JORNALISTANET: comunicação de resultados.

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29

de
novembro

Veja como posso estimular seus negócios e atrair mais clientes.

Comunicação corporativa,

jornalismo de resultados,

assessoria de imprensa

e apoio ao marketing e

às relações públicas.

Jornais e Revistas empresariais e institucionais.

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J.

Não seja só mais um cliente

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Experiência Profissional:

 

Serviços de assessoria de imprensa e apoio ao marketing para a Associação Brasileira dos Concessionários Yamaha (Abracy).

Serviços de assessoria de imprensa e apoio ao marketing para a indústria Mayekawa do Brasil (www.mycom.com.br) em Arujá (SP).

Colaborador das revistas Controle de Comunicação e Sistemas Prediais da Nova Técnica Editorial.

Integrou a equipe da Inédita Comunicação, prestando assessoria de imprensa para: Unidas Rent a Car, Elevadores Atlas Schindler, Linde Empilhadeiras, Rede de Drogarias Farmais e Red Balloon.

Prestou consultoria de Gerência de Conteúdo (Editor-chefe) para a Editora Alternativa/Móbile (www.emobile.com.br), em Curitiba (PR), com cinco títulos (revistas) sobre o mercado de móveis: Formóbile (para o industrial); Lojista (para o lojista de móveis populares); Decore (para o lojista de móveis de decoração); Sob Medida (para marceneiros) e Abimóvel (para associação).

Foi:

Editor e repórter da revista “Controle Hospitalar” (temas que abordam as áreas de medicina, hospitais e laboratórios), bimestral;
Editor e repórter da revista “Controle de Contaminação” (temas que abordam as áreas de tecnologias de indústrias farmacêutica, alimentícia, cosmética e microeletrônica), mensal;
Editor e repórter da revista “Tecnologia da Refrigeração” (áreas de refrigeração comercial e industrial), mensal;
Editor e repórter da revista “Climatização” (ar condicionado, ventilação, aquecimento, arquitetura, automação predial, qualidade do ar interior e construção), mensal;
Editor e repórter da revista “Engenharia de Alimentos” (alimentos, desde a produção, incluindo embalagem e marketing até o produto final), mensal.
Editor e repórter da revista “Anave” (indústria de papel), bimestral.

Integrou-se a projetos para o Hotel Hilton São Paulo e outros clientes.

Prestou serviço de Comunicação e Assessoria de Imprensa ao CRMV-SP (Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo). Dentro desse período foi o primeiro editor e jornalista responsável pela “Revista de Educação Continuada do CRMV-SP” (publicação técnica indexada distribuída por mala direta a todos os Médicos Veterinários e Zootecnistas do Estado de São Paulo); editor e repórter da “Revista CRMV-SP” (publicação sobre atualidades profissionais); editor e repórter do informativo mensal do CRMV-SP, “Diálogo”; responsável por projetos promocionais e produção de press-releases e contatos com a imprensa.

Prestou serviços para Assocon (Associação Nacional dos Confinadores), como editor e jornalista responsável pelo “Brazilian Beef News”, informativo com apoio da FMVZ (Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia), câmpus da Unesp em Botucatu.

Prestou serviços jornalísticos para a FCAV (Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias), câmpus da Unesp em Jaboticabal, onde são ministrados os cursos de Agronomia, Medicina Veterinária e Zootecnia. Foi Assessor de Comunicação e Imprensa e editor e repórter do jornal “Unesp Jaboticabal em Notícias”, editado pela Funep (Fundação de Estudos e Pesquisas em Agronomia, Medicina Veterinária e Zootecnia), para a Unesp, com tiragem de 20 mil exemplares, distribuído por mala direta a profissionais, instituições e empresários rurais de todo o País, por assinatura ou cortesia.

Realizou assessoria de imprensa pela “MKT - Imprensa e Marketing”, para a “Ford New Holland”, “Círculo do Livro” e “Vulcan”.

Ao longo de sua vida profissional, produziu também matérias para “Folha de S.Paulo” (Agrofolha), Revista “Globo Rural”, “Jornal da Tarde” e Revista “Balde Branco”.

Além disso, desenvolve jobs para outros clientes regularmente.

Imagine o que posso fazer por você. Seja o responsável por esses benefícios. Entre em contato.

 

 

24

de
fevereiro

Crise 1: o Jornalista

Um dos maiores prazeres que a formação e a profissão de jornalista nos proporciona é que nós recebemos para aprender. Ao longo dos mais de dez anos de minha vida profissional que, em grande parte, foi dedicada a fazer entrevistas com cientistas e especialistas de diversas áreas, tive a oportunidade de obter uma visão generalista, modesta, porém importante do conhecimento humano. O generalista bem capacitado é um fator de união de especialistas. O generalista dá ao especialista informações sobre o que outros especialistas estão fazendo e como o estudo deles lhe pode ser útil. Então, brotam novas idéias e outras são impulsionadas e a capacidade humana de resolver problemas é amplificada.

Mas, embora, à primeira vista, o que eu afirmo a seguir, pareça uma contradição, após explicar-me, não será. Eu sempre fui um generalista especializado. Explico. A cada cliente que tenho, desenvolvo pesquisas, faço entrevistas e aprendo com os especialistas de sua área de atuação. Porém, como sempre afirmei para eles, sempre saberei bem menos que o especialista sobre o tema e bem mais que o leigo. É uma fórmula interessante, que faz funcionar esse papel de integração entre generalidades, especialidades e a sociedade e de ter a minha disposição, um fértil leque de ferramentas dessas diversas áreas de conhecimento para trabalhar em prol de meus objetivos em comunicação. Meus e de meus clientes.

24

de
fevereiro

Crise 2: “Eu já passei por isso” ou “vai melhorar”.

Não é incomum encontrar especialistas que tem tanta certeza sobre o que fazer em determinada situação, dada a experiência e a profusão de estudos que fizeram na área que não percebem que alguma das variantes do problema mudou. Eles sabem tanto sobre o assunto que acabam acreditando que as variantes não mudam. A crise de hoje é a mesma de ontem. Não, nunca é. As águas do rio já não são as mesmas.

Outro personagem é um tipo de generalista que não é incomum, é aquele que nunca viveu uma situação similar e quer enfrentar a atual apenas baseada no otimismo e na torcida de que tudo vai mudar.

Nem tanto o céu, nem tanto a terra, eu sugiro. E faço ainda mais sugestões, se me permite.

Há algumas idéias que aprendi de outros que podem ser consideradas na hora de decidir o que fazer em momentos como este. Apresento-as neste blog.

24

de
fevereiro

Crise 3 - Gastos com Divulgação

O investimento em divulgação. Sobre isso conto uma história que ouvi de meu pai, que lhe contaram em uma palestra…

Era uma vez o dono de uma barraca de bananas à beira da estrada. Humilde, mas esforçado, procurava oferecer a seus clientes as melhores bananas de sua plantação. Para que os carros parassem, fez um cartaz escrito à mão com o maior capricho que pôde. Ao parar, o motorista e seus passageiros eram premiados com uma amostra da fruta. Veio o aumento da receita e ele decidiu mandar pintar uma placa e colocar mais adiante na estrada. Mais clientes pararam. E para resumir, assim foi. Ele prosperou e enfim, tinha um belo restaurante à beira da estrada. Outdoors desde dez quilômetros de distância avisavam o motorista da bela refeição que estava pela frente. À noite, um belo letreiro luminoso não deixava os motoristas passarem e o restaurante ficar despercebido. Já em seu interior, o cliente podia se deleitar com músicas que vinham de um sofisticado equipamento de som e, em finais de semana, havia show ao vivo. O cardápio era ricamente ilustrado e detalhado. Ao sair, o cliente, satisfeito, recebia um informativo sobre as novidades, novas receitas de época que estavam por vir e como ganhar desconto com o cartão fidelidade. Orgulhoso de seu progresso, o dono do restaurante enviou seu filho mais velho para estudar nas melhores escolas da cidade mais próxima. E para sua satisfação, fez curso superior e, depois de formado, foi trabalhar com o pai.

Mas passou a ver o negócio do pai com outros olhos. “Pai, o País está em crise, o Senhor não viu nos jornais?”.  O pai assustou-se e deu ouvidos ao filho. “Esse letreiro luminoso gasta muita energia, vamos retirá-lo e implantar uma política de economia, de cortes de gastos supérfluos”.  Dito e feito. Retirou-se o luminoso, a conta de luz veio menor e o pai orgulhou-se do filho. Também, menos motoristas prestavam atenção ao restaurante, muito escuro e não tão chamativo como o de logo adiante. Menos motoristas pararam para as refeições noturnas. A crise está mesmo aí. “Pai, para que esse informativo e esse programa de fidelidade? É só gasto com gráfica, com mão de obra, tudo desnecessário, nós mesmos podemos contar nossas novidades para os clientes”. Novamente, o custo caiu e com ele, a clientela.

Resumo da ópera: todo o material de divulgação foi cortado, caíram os custos e os clientes se mudaram para outros estabelecimentos mais atraentes. Sem receita, o restaurante afundou-se em dívidas e o pai voltou a vender banana à beira da estrada: “puxa filho, essa crise é mesmo violenta, ainda bem que você me avisou”.

É claro que gastos menos importantes devem ser cortados e custos baixados e contratos com fornecedores renegociados. Mas a empresa precisa aparecer mais que nunca em momentos de crise. E precisa aparecer sólida. As compras que pingarem devem ser feitas de produtos da empresa e não dos outros. Quem compra produtos de uma empresa que não tem cuidados com sua imagem e demonstra crise e divisão interna grave? Como será que está sendo fabricado esse produto, com que qualidade os funcionários insatisfeitos estão produzindo? Em quanto tempo eles vão entregar? Melhor optar por comprar de outra empresa com imagem de solidez e união interna…

 

11

de
fevereiro

Tudo o que você queria saber sobre Salas Limpas, mas não tinha a quem perguntar.

Autor: Marcelo Nicolósi

Quando se fala em projeto e construção de salas limpas, é necessário ter a consciência, em primeiro lugar, de que essas são as áreas mais críticas de um processo produtivo. Assim, todos os departamentos envolvidos nesse processo devem participar das definições construtivas e servirem como base de sustentação do projeto conceitual. É o que afirma o engenheiro Marco Antonio Maltoni, diretor industrial da Isodur Indústria e Comércio.
De acordo com Maltoni, conceitos de Boas Práticas de Fabricação, normas vigentes, dados específicos de processos e produtos servirão de apoio na elaboração dos protocolos iniciais de instalação, operação, performance e manutenção. Sobre o projeto, o engenheiro explica que deve ser tratado como um todo, “envolvendo todos os aspectos construtivos dos ambientes, contemplando ainda os sistemas de ar condicionado, fluxos de matéria-prima e de pessoas.”

Mais: http://www.nteditorial.com.br/revista/Materias/index.asp?RevistaID1=2&Edicao=105&id=1035


11

de
fevereiro

Isolamento térmico em sistemas de climatização

Autor: Marcelo Nicolósi

Os isolamentos térmicos podem ser aplicados em coberturas, forros, paredes, divisórias, pisos e janelas. De acordo com o engenheiro civil Rafael Siais Furtado, diretor comercial da Isar Isolamentos Térmicos e Acústicos, os isolantes mais utilizados são o poliuretano, poliestireno e a espuma elastomérica - no caso de isolamento para baixas temperaturas -, e a lã de rocha, lã de vidro, silicato de cálcio e fibra cerâmica - para isolamento de temperaturas elevadas.
Tais materiais são utilizados também em tubulações (de efluentes quentes ou gelados). No caso específico de sistemas de climatização e refrigeração, segundo Furtado, a principal característica de um bom isolamento é a ausência de condensação e o principal benefício é a redução no consumo de energia. Attilio N. Pacini, consultor técnico da Rock Fibras do Brasil e presidente da Abraliso (Associação Brasileira dos Fabricantes de Lãs Isolantes Minerais), e Carlos Caruy, gerente técnico da Isover e diretor técnico da Abraliso, acrescentam: “é fundamental conhecer as propriedades térmicas dos isolantes para os cálculos do projeto de refrigeração e climatização, que vão definir o tipo de isolante e a espessura a ser usada”.
Atualmente, os instaladores utilizam isolamento para revestir os dutos de ar condicionado exteriormente, mas um benefício extra para os sistemas é o revestimento interno dos dutos. “A fibra de vidro, por exemplo, ajuda a tornar o sistema mais eficiente energeticamente e fará a passagem de ar através dos dutos se tornar mais silenciosa”, sugere Cecília Carrillo, do departamento de marketing e comunicação da Owens Corning.

 

Mais: http://www.nteditorial.com.br/revista/Materias/index.asp?RevistaID1=7&Edicao=93&id=1011

11

de
fevereiro

Proteções ativas adicionam qualidade ao projeto arquitetônico

A função básica do edifício, entre outros aspectos, é abrigar e proteger dos efeitos desconfortáveis do clima. Neste sentido, proteções passivas complementadas por proteções ativas podem se tornar uma boa solução.
Eloise Amado, arquiteta, titular do escritório Amado & Marcondes Arquitetos Associados Ltda, diretora de Sustentabilidade da AsBEA (Associação Brasileira de Escritórios de Arquitetura), pega como exemplo os brises. A arquiteta relata que existem no mercado sistemas que regulam automaticamente a inclinação destes elementos, mantendo-os na posição necessária e suficiente para o sombreamento desejado, a cada variação da incidência dos raios solares: “os brises são controlados por uma central com um software específico, e o programa possui os dados da insolação daquela localidade, o que permite uma previsão da direção e ângulo de incidência dos raios solares”. Estes dados, combinados com as informações recebidas de sensores colocados nas fachadas, permitem que a central envie o sinal de comando ao motor que movimenta os brises, explica Eloise.
A arquiteta conta que o dimensionamento destes elementos é feito pelos arquitetos e consultores de conforto ambiental, mas ressalta que o trabalho de simulação é obrigatório: “a simulação levará em consideração outros fatores como o índice de reflexão dos revestimentos internos, as características técnicas dos vidros, e tantos outros, tornando possível uma avaliação mais precisa e muito próxima da realidade”.

 

Mais: http://www.nteditorial.com.br/revista/Materias/index.asp?RevistaID1=7&Edicao=93&id=1010

 

14

de
janeiro

Armazenagem de medicamentos requer controle de temperatura

Cada medicamento ou matéria-prima deve ser armazenado de acordo com a instrução da sua rotulagem, que está relacionada com o estudo de estabilidade do produto em diferentes temperaturas

O almoxarifado é peça-chave de uma indústria farmacêutica. Recorre-se a este setor antes, durante e após o procedimento de produção, ou seja, por todo o caminho que qualquer preparação irá traçar. Camila Braga Dornelas, professora de farmacotécnica do curso de farmácia da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), afirma que, por esse motivo, o procedimento de armazenamento deve ser atentado com a mesma importância de qualquer outra atividade na indústria (figura 1). Assim, cuidados em sua estrutura física/disposição devem ser tomados para que se cumpram as Boas Práticas de Fabricação (BPF), evitando mistura acidental, contaminações (externa e cruzada) e garantindo identidade e teor do ativo, originando um produto final de qualidade, segurança e eficácia comprovadas.
Cada tipo de medicamento requer um cuidado específico. Há, por exemplo, produtos mais sensíveis, classificados como controlados (como vacinas), que devem ser armazenados em área segregada e trancada, em câmaras frias ou geladeiras.
Segundo Carlos Eduardo de C. Abreu, engenheiro do departamento de manutenção e operação, e Oswaldo Bueno, consultor técnico, ambos da AirConditioning Total Service, existem três condições padronizadas de armazenagem de produtos farmacêuticos:
1) Temperatura ambiente: de 15 a 30ºC e umidade relativa de 30% a 75%. Neste caso, normalmente é usada a ventilação mecânica.
2)            Refrigeração ou média temperatura: de 2 a 8ºC, sem controle da umidade relativa. Normalmente é usado um refrigerador (geladeira).
3)            Congelador ou baixa temperatura: de -25º a -15ºC, sem controle de umidade. Normalmente são empregados congeladores.
Conforme as Boas Práticas de Armazenamento e Distribuição, cada medicamento ou matéria-prima deve ser armazenado de acordo com a instrução da sua rotulagem, que está relacionada com o estudo de estabilidade do produto em diferentes temperaturas e com os dados do registro do produto no Ministério da Saúde/ Anvisa, ressaltam Dímitra Apostolopoulou, gerente de Sistemas de Qualidade, José Floriano Zoppetti, gerente de engenharia, e Luiz Santiago, coordenador de logística, todos da Boehringer Ingelheim do Brasil.

Mais: http://www.nteditorial.com.br/revista/Materias/index.as

11

de
novembro

Indústrias menores também tem vez.

Projeto

Adequação de indústrias requer conhecimento de todas as etapas do processo produtivo

Autor: Marcelo Nicolósi
Especialistas alertam: projeto deve passar por fase inicial de levantamentos de campo e entrevistas com usuários

As indústrias de pequeno e médio porte - produtoras de medicamentos sólidos, semi-sólidos e/ou líquidos orais - precisam se adequar à legislação, mas possuem orçamento limitado e/ou, algumas vezes, conhecimento técnico limitado, uma realidade distante das grandes e estruturadas empresas.
Luiz Alberto da Rocha Torres, diretor técnico da Engenews Engenharia Farmacêutica, afirma que o primeiro passo que deve ser analisado no processo de produção de medicamentos para que se tenha um projeto de adequação consistente é definir o planejamento estratégico da empresa com relação aos volumes de vendas, para as apresentações de cada produto, por um período não inferior a cinco anos. Com esta informação – afirma ele - e os fluxos de processos definidos, é possível iniciar o projeto conceitual e ter uma idéia das dimensões da fábrica: “temos observado que, por diversas vezes, empresas fazem grandes investimentos sem nenhuma previsão de crescimento, comprometendo assim todo o projeto, e precisando fazer ampliações e modificações na planta com a fábrica operando”.
O engenheiro químico e doutor em Biotecnologia Sérgio Barbosa Jr. é gerente do Departamento de Processos da CH2M Hill. O engenheiro elétrico Marcelo Luiz Gomes é gerente de projetos da CH2M Hill, e o arquiteto Alan Mendonça Pereira é coordenador de Disciplina – Arquitetura da mesma empresa. De acordo com eles, em um projeto de adequação, primeiramente deve-se conhecer completamente todas as etapas do processo de produção.
O entendimento dos fluxos, procedimentos e seqüência da operação – continuam - dá os subsídios necessários para avaliar as não-conformidades e deficiências da mesma e, para que isso seja possível, é necessário que o projeto passe por uma fase inicial de levantamentos de campo e entrevistas com usuários, em que são estabelecidos os requisitos básicos para elaboração de uma Especificação de Requerimentos do Usuário (URS – User Requirements Specifications). Nesta etapa, conforme Barbosa, Gomes e Pereira, é importante avaliar as limitações físicas das áreas de operação, pois este é um fator determinante que poderá viabilizar ou não o empreendimento, dependendo do objetivo da adequação.
Explicam que existem muitas situações em que o cliente deseja adequar sua fábrica aos procedimentos relacionados às regras GMP, a fim de garantir a performance necessária junto à Anvisa, FDA ou órgãos similares, mas dependendo das limitações físicas (edifícios, do terreno), ou até mesmo por requisitos de normas regulatórias (Prefeitura, Meio Ambiente), o projeto pode ser inviabilizado por falta de uma infra-estrutura mínima e adequada.
Ainda na etapa de levantamento de campo, detalham os profissionais da CH2M Hill, todos os equipamentos e instalações existentes devem ser inventariados, para que seja gerada uma lista com todas as informações de dimensões, consumos, potências e demais dados. Estas informações são primordiais para o redimensionamento das áreas em função das mudanças e adequações de layout. Com essas informações é possível iniciar a etapa de estudos, onde alternativas serão apresentadas buscando viabilizar o empreendimento. Um dos grandes problemas envolvidos na elaboração de projetos na área farmacêutica apontado pelos profissionais da CH2M Hill refere-se ao bom conhecimento das etapas que devem ser seguidas, dos documentos que devem ser elaborados e das estimativas de investimentos. O projeto na área farmacêutica, de fato, segundo eles, não difere nem um pouco de um projeto realizado em outras atividades como a indústria química.

Mais: http://www.nteditorial.com.br/revista/Materias/?RevistaID1=2&Edicao=74&id=848

11

de
novembro

À base de soro.

Produção de SPGV: cuidados começam fora da área produtiva


Autor: Marcelo Nicolósi
Boas Práticas de Fabricação prevêem a qualificação de fornecedores e exigem tratamento especial da água

O soro, nome popular das Soluções Parenterais de Grande Volume (SPGV), apesar de ser um produto aparentemente simples, é considerado pela Anvisa um medicamento. Composto basicamente por sais e água, este produto é um dos itens mais prescritos em hospitais e requer os mesmos cuidados de fabricação destinados a qualquer outro medicamento de uso injetável, explicam Luis Moreira de Castro, presidente da Abrasp (Associação Brasileira dos Produtores de Soluções Parenterais), em conjunto com Tânia Cunha – farmacêutica e diretora científica da Abrasp e José Carlos da Silva – biólogo e supervisor de Garantia da Qualidade da Fresenius Kabi Brasil. Segundo eles, a SPGV é utilizada basicamente para hidratação, reposição de eletrólitos ou diluição de outros medicamentos e diferencia-se, basicamente, dos demais medicamentos injetáveis pelo grande volume, que vai de 100 mL até 1 L, quando destinada à administração intravenosa.

Cuidados na fabricação
A legislação que rege as Boas Práticas de Fabricação (BPF) das SPGV é a Resolução RDC no 210/03, que revogou os anexos A, B, I e L da Portaria no 500/97. O Anexo A tratava exclusivamente das BPF das SPGV. No entanto, hoje as BPF das SPGV encontram-se reunidas com as dos demais medicamentos, afirmam Castro, Tânia e Silva, que detalham que os cuidados que envolvem a fabricação das SPGV começam fora da área produtiva, mais precisamente na qualificação dos fornecedores das matérias-primas, que vão desde os ativos, como: cloreto de sódio, glicose, manitol, cloreto de cálcio, cloreto de potássio, lactato de sódio, entre outros, até os materiais plásticos utilizados para a produção das embalagens. Ao contrário dos demais medicamentos - ressaltam - que necessitam da realização de ensaio de identificação em cada recipiente de substância ativa, isto não ocorre para as SPGV. Para estes produtos é aceitável que o teste de identificação das substâncias ativas seja realizado com base em um modelo estatístico, desde que o fornecedor seja qualificado.
Sobre a amostragem das matérias-primas, afirmam que deve ser feita em sala de amostragem apropriada e por pessoal treinado, e, em geral, as empresas utilizam métodos farmacopéicos, ou métodos descritos na Portaria no 500/97, para a análise das matérias-primas utilizadas na produção de SPGV. Estes métodos não necessitam de validação. No entanto – advertem - os métodos não-farmacopéicos necessitam de validação conforme a Resolução RE no 899/03.
Após aprovação das matérias-primas pelo Controle de Qualidade – continuam - deve-se mudar o “status” de quarentena para aprovado. No entanto, esta mudança somente pode ser feita pelo Controle de Qualidade.
As matérias-primas já aprovadas são encaminhadas para a área de armazenamento e de lá seguem para a área de pesagem conforme a “Ordem de Produção”. “O encaminhamento das matérias-primas também deve seguir uma ordem lógica, ou seja, deve-se seguir o modelo PEPS (primeiro que expira, primeiro que sai)”, explicam.

Mais: http://www.nteditorial.com.br/revista/Materias/index.asp?RevistaID1=2&Edicao=75&id=882

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