Marcelo Nicolósi - Jornalistanet Editor - Comunicação Corporativa, Conteúdo, Assessoria de Imprensa e apoio ao Marketing e às RPs

15

de
agosto

Textos eficazes

O jornalista Marcelo Nicolósi afirma que seus serviços são contratados pela sua capacidade de comunicar e de criar textos eficazes, independente da área de conhecimento humano a ser abordada.

Seu histórico eclético comprova isso.

Hoje é editor da revista Rede Yamaha da Abracy (www.abracy.com.br). Foi editor do Jornal Entre Nós, dirigido aos funcionários da multinacional Mayekawa (www.mayekawa.com.br. Foi editor de publicações da editora segmentada RPA Editorial em São Paulo (SP) de agosto de 2000 até agosto de 2003 em títulos de diversos setores editoriais. São:

- revista “Controle Hospitalar” (temas que abordam as áreas de medicina, hospitais e laboratórios), bimestral;

- revista “Controle de Contaminação” (temas que abordam as áreas de tecnologias de indústrias farmacêutica,

alimentícia, cosmética e microeletrônica), mensal;

- revista “Tecnologia da Refrigeração” (áreas de refrigeração comercial e industrial), mensal;

- revista “Climatização” (ar condicionado, ventilação, aquecimento, arquitetura, automação predial, qualidade do ar interior e construção), mensal;

* revista “Engenharia de Alimentos” (alimentos, desde a produção, incluindo embalagem e marketing até o produto final), mensal.

* revista “Anave” (indústria de papel), bimestral.

Neste blog, você pode acompanhar reportagens de sua segunda fase de colaboração com a editora RPA, agora com o nome de NT Editorial - http://www.nteditorial.com.br.

Infelizmente os links de continuação das matérias não estão funcionando porque a editora pois fim ao seu antigo site que hospedava as reportagens e o transformou no excelente portal Engenharia e Arquitetura http://engenhariaearquitetura.com.br, que, infelizmente, não tem o conteúdo de suas revistas.

O jornalista Marcelo Nicolósi foi editor ainda de muitos outros títulos segmentados:

De setembro de 2003 a 15 de maio de 2004: prestou consultoria de Gerência de Conteúdo (Editor-chefe) para a Editora Alternativa/Móbile (www.emobile.com.br), em Curitiba (PR), com cinco títulos (revistas) sobre o mercado de móveis: Formóbile (para o industrial); Lojista (para o lojista de móveis populares); Decore (para o lojista de móveis de decoração); Sob Medida (para marceneiros) e Abimóvel (para associação).

De abril de 1994 a fevereiro de 2000, prestou serviço de Comunicação e Assessoria de Imprensa ao CRMV-SP (Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo). Dentro desse período foi o primeiro editor e jornalista responsável pela “Revista de Educação Continuada do CRMV-SP” (publicação técnica indexada distribuída por mala direta a todos os Médicos Veterinários e Zootecnistas do Estado de São Paulo); editor e repórter da “Revista CRMV-SP” (publicação sobre atualidades profissionais); editor e repórter do informativo mensal do CRMV-SP, “Diálogo”; responsável por projetos promocionais e produção de press-releases e contatos com a imprensa.

Em junho de 1998, prestou serviços para Assocon (Associação Nacional dos Confinadores), como editor e jornalista responsável pelo “Brazilian Beef News”, informativo com apoio da FMVZ (Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia), câmpus da Unesp em Botucatu.

De 1991 a 1994, prestou serviços jornalísticos para a FCAV (Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias), câmpus da Unesp em Jaboticabal, onde são ministrados os cursos de Agronomia, Medicina Veterinária e Zootecnia. Foi Assessor de Comunicação e Imprensa e editor e repórter do jornal “Unesp Jaboticabal em Notícias”, editado pela Funep (Fundação de Estudos e Pesquisas em Agronomia, Medicina Veterinária e Zootecnia), para a Unesp, com tiragem de 20 mil exemplares, distribuído por mala direta a profissionais, instituições e empresários rurais de todo o País, por assinatura ou cortesia.

Este foi um breve histórico da performance dele como repórter e editor. Ele atua ainda nas áreas de Comunicação Corporativa, Conteúdo Jornalístico, Assessoria de Imprensa e aopoio ao Marketing e às Relações Públicas. Entre em contato com Marcelo Nicolósi: twitter/jornalistanet ou jornalistanet@terra.com.br.

11

de
fevereiro

Tudo o que você queria saber sobre Salas Limpas, mas não tinha a quem perguntar.

Autor: Marcelo Nicolósi

Quando se fala em projeto e construção de salas limpas, é necessário ter a consciência, em primeiro lugar, de que essas são as áreas mais críticas de um processo produtivo. Assim, todos os departamentos envolvidos nesse processo devem participar das definições construtivas e servirem como base de sustentação do projeto conceitual. É o que afirma o engenheiro Marco Antonio Maltoni, diretor industrial da Isodur Indústria e Comércio.
De acordo com Maltoni, conceitos de Boas Práticas de Fabricação, normas vigentes, dados específicos de processos e produtos servirão de apoio na elaboração dos protocolos iniciais de instalação, operação, performance e manutenção. Sobre o projeto, o engenheiro explica que deve ser tratado como um todo, “envolvendo todos os aspectos construtivos dos ambientes, contemplando ainda os sistemas de ar condicionado, fluxos de matéria-prima e de pessoas.”

Mais: http://www.nteditorial.com.br/revista/Materias/index.asp?RevistaID1=2&Edicao=105&id=1035


11

de
fevereiro

Isolamento térmico em sistemas de climatização

Autor: Marcelo Nicolósi

Os isolamentos térmicos podem ser aplicados em coberturas, forros, paredes, divisórias, pisos e janelas. De acordo com o engenheiro civil Rafael Siais Furtado, diretor comercial da Isar Isolamentos Térmicos e Acústicos, os isolantes mais utilizados são o poliuretano, poliestireno e a espuma elastomérica - no caso de isolamento para baixas temperaturas -, e a lã de rocha, lã de vidro, silicato de cálcio e fibra cerâmica - para isolamento de temperaturas elevadas.
Tais materiais são utilizados também em tubulações (de efluentes quentes ou gelados). No caso específico de sistemas de climatização e refrigeração, segundo Furtado, a principal característica de um bom isolamento é a ausência de condensação e o principal benefício é a redução no consumo de energia. Attilio N. Pacini, consultor técnico da Rock Fibras do Brasil e presidente da Abraliso (Associação Brasileira dos Fabricantes de Lãs Isolantes Minerais), e Carlos Caruy, gerente técnico da Isover e diretor técnico da Abraliso, acrescentam: “é fundamental conhecer as propriedades térmicas dos isolantes para os cálculos do projeto de refrigeração e climatização, que vão definir o tipo de isolante e a espessura a ser usada”.
Atualmente, os instaladores utilizam isolamento para revestir os dutos de ar condicionado exteriormente, mas um benefício extra para os sistemas é o revestimento interno dos dutos. “A fibra de vidro, por exemplo, ajuda a tornar o sistema mais eficiente energeticamente e fará a passagem de ar através dos dutos se tornar mais silenciosa”, sugere Cecília Carrillo, do departamento de marketing e comunicação da Owens Corning.

 

Mais: http://www.nteditorial.com.br/revista/Materias/index.asp?RevistaID1=7&Edicao=93&id=1011

11

de
fevereiro

Proteções ativas adicionam qualidade ao projeto arquitetônico

A função básica do edifício, entre outros aspectos, é abrigar e proteger dos efeitos desconfortáveis do clima. Neste sentido, proteções passivas complementadas por proteções ativas podem se tornar uma boa solução.
Eloise Amado, arquiteta, titular do escritório Amado & Marcondes Arquitetos Associados Ltda, diretora de Sustentabilidade da AsBEA (Associação Brasileira de Escritórios de Arquitetura), pega como exemplo os brises. A arquiteta relata que existem no mercado sistemas que regulam automaticamente a inclinação destes elementos, mantendo-os na posição necessária e suficiente para o sombreamento desejado, a cada variação da incidência dos raios solares: “os brises são controlados por uma central com um software específico, e o programa possui os dados da insolação daquela localidade, o que permite uma previsão da direção e ângulo de incidência dos raios solares”. Estes dados, combinados com as informações recebidas de sensores colocados nas fachadas, permitem que a central envie o sinal de comando ao motor que movimenta os brises, explica Eloise.
A arquiteta conta que o dimensionamento destes elementos é feito pelos arquitetos e consultores de conforto ambiental, mas ressalta que o trabalho de simulação é obrigatório: “a simulação levará em consideração outros fatores como o índice de reflexão dos revestimentos internos, as características técnicas dos vidros, e tantos outros, tornando possível uma avaliação mais precisa e muito próxima da realidade”.

 

Mais: http://www.nteditorial.com.br/revista/Materias/index.asp?RevistaID1=7&Edicao=93&id=1010

 

14

de
janeiro

Armazenagem de medicamentos requer controle de temperatura

Cada medicamento ou matéria-prima deve ser armazenado de acordo com a instrução da sua rotulagem, que está relacionada com o estudo de estabilidade do produto em diferentes temperaturas

O almoxarifado é peça-chave de uma indústria farmacêutica. Recorre-se a este setor antes, durante e após o procedimento de produção, ou seja, por todo o caminho que qualquer preparação irá traçar. Camila Braga Dornelas, professora de farmacotécnica do curso de farmácia da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), afirma que, por esse motivo, o procedimento de armazenamento deve ser atentado com a mesma importância de qualquer outra atividade na indústria (figura 1). Assim, cuidados em sua estrutura física/disposição devem ser tomados para que se cumpram as Boas Práticas de Fabricação (BPF), evitando mistura acidental, contaminações (externa e cruzada) e garantindo identidade e teor do ativo, originando um produto final de qualidade, segurança e eficácia comprovadas.
Cada tipo de medicamento requer um cuidado específico. Há, por exemplo, produtos mais sensíveis, classificados como controlados (como vacinas), que devem ser armazenados em área segregada e trancada, em câmaras frias ou geladeiras.
Segundo Carlos Eduardo de C. Abreu, engenheiro do departamento de manutenção e operação, e Oswaldo Bueno, consultor técnico, ambos da AirConditioning Total Service, existem três condições padronizadas de armazenagem de produtos farmacêuticos:
1) Temperatura ambiente: de 15 a 30ºC e umidade relativa de 30% a 75%. Neste caso, normalmente é usada a ventilação mecânica.
2)            Refrigeração ou média temperatura: de 2 a 8ºC, sem controle da umidade relativa. Normalmente é usado um refrigerador (geladeira).
3)            Congelador ou baixa temperatura: de -25º a -15ºC, sem controle de umidade. Normalmente são empregados congeladores.
Conforme as Boas Práticas de Armazenamento e Distribuição, cada medicamento ou matéria-prima deve ser armazenado de acordo com a instrução da sua rotulagem, que está relacionada com o estudo de estabilidade do produto em diferentes temperaturas e com os dados do registro do produto no Ministério da Saúde/ Anvisa, ressaltam Dímitra Apostolopoulou, gerente de Sistemas de Qualidade, José Floriano Zoppetti, gerente de engenharia, e Luiz Santiago, coordenador de logística, todos da Boehringer Ingelheim do Brasil.

Mais: http://www.nteditorial.com.br/revista/Materias/index.as

11

de
novembro

Indústrias menores também tem vez.

Projeto

Adequação de indústrias requer conhecimento de todas as etapas do processo produtivo

Autor: Marcelo Nicolósi
Especialistas alertam: projeto deve passar por fase inicial de levantamentos de campo e entrevistas com usuários

As indústrias de pequeno e médio porte - produtoras de medicamentos sólidos, semi-sólidos e/ou líquidos orais - precisam se adequar à legislação, mas possuem orçamento limitado e/ou, algumas vezes, conhecimento técnico limitado, uma realidade distante das grandes e estruturadas empresas.
Luiz Alberto da Rocha Torres, diretor técnico da Engenews Engenharia Farmacêutica, afirma que o primeiro passo que deve ser analisado no processo de produção de medicamentos para que se tenha um projeto de adequação consistente é definir o planejamento estratégico da empresa com relação aos volumes de vendas, para as apresentações de cada produto, por um período não inferior a cinco anos. Com esta informação – afirma ele - e os fluxos de processos definidos, é possível iniciar o projeto conceitual e ter uma idéia das dimensões da fábrica: “temos observado que, por diversas vezes, empresas fazem grandes investimentos sem nenhuma previsão de crescimento, comprometendo assim todo o projeto, e precisando fazer ampliações e modificações na planta com a fábrica operando”.
O engenheiro químico e doutor em Biotecnologia Sérgio Barbosa Jr. é gerente do Departamento de Processos da CH2M Hill. O engenheiro elétrico Marcelo Luiz Gomes é gerente de projetos da CH2M Hill, e o arquiteto Alan Mendonça Pereira é coordenador de Disciplina – Arquitetura da mesma empresa. De acordo com eles, em um projeto de adequação, primeiramente deve-se conhecer completamente todas as etapas do processo de produção.
O entendimento dos fluxos, procedimentos e seqüência da operação – continuam - dá os subsídios necessários para avaliar as não-conformidades e deficiências da mesma e, para que isso seja possível, é necessário que o projeto passe por uma fase inicial de levantamentos de campo e entrevistas com usuários, em que são estabelecidos os requisitos básicos para elaboração de uma Especificação de Requerimentos do Usuário (URS – User Requirements Specifications). Nesta etapa, conforme Barbosa, Gomes e Pereira, é importante avaliar as limitações físicas das áreas de operação, pois este é um fator determinante que poderá viabilizar ou não o empreendimento, dependendo do objetivo da adequação.
Explicam que existem muitas situações em que o cliente deseja adequar sua fábrica aos procedimentos relacionados às regras GMP, a fim de garantir a performance necessária junto à Anvisa, FDA ou órgãos similares, mas dependendo das limitações físicas (edifícios, do terreno), ou até mesmo por requisitos de normas regulatórias (Prefeitura, Meio Ambiente), o projeto pode ser inviabilizado por falta de uma infra-estrutura mínima e adequada.
Ainda na etapa de levantamento de campo, detalham os profissionais da CH2M Hill, todos os equipamentos e instalações existentes devem ser inventariados, para que seja gerada uma lista com todas as informações de dimensões, consumos, potências e demais dados. Estas informações são primordiais para o redimensionamento das áreas em função das mudanças e adequações de layout. Com essas informações é possível iniciar a etapa de estudos, onde alternativas serão apresentadas buscando viabilizar o empreendimento. Um dos grandes problemas envolvidos na elaboração de projetos na área farmacêutica apontado pelos profissionais da CH2M Hill refere-se ao bom conhecimento das etapas que devem ser seguidas, dos documentos que devem ser elaborados e das estimativas de investimentos. O projeto na área farmacêutica, de fato, segundo eles, não difere nem um pouco de um projeto realizado em outras atividades como a indústria química.

Mais: http://www.nteditorial.com.br/revista/Materias/?RevistaID1=2&Edicao=74&id=848

11

de
novembro

À base de soro.

Produção de SPGV: cuidados começam fora da área produtiva


Autor: Marcelo Nicolósi
Boas Práticas de Fabricação prevêem a qualificação de fornecedores e exigem tratamento especial da água

O soro, nome popular das Soluções Parenterais de Grande Volume (SPGV), apesar de ser um produto aparentemente simples, é considerado pela Anvisa um medicamento. Composto basicamente por sais e água, este produto é um dos itens mais prescritos em hospitais e requer os mesmos cuidados de fabricação destinados a qualquer outro medicamento de uso injetável, explicam Luis Moreira de Castro, presidente da Abrasp (Associação Brasileira dos Produtores de Soluções Parenterais), em conjunto com Tânia Cunha – farmacêutica e diretora científica da Abrasp e José Carlos da Silva – biólogo e supervisor de Garantia da Qualidade da Fresenius Kabi Brasil. Segundo eles, a SPGV é utilizada basicamente para hidratação, reposição de eletrólitos ou diluição de outros medicamentos e diferencia-se, basicamente, dos demais medicamentos injetáveis pelo grande volume, que vai de 100 mL até 1 L, quando destinada à administração intravenosa.

Cuidados na fabricação
A legislação que rege as Boas Práticas de Fabricação (BPF) das SPGV é a Resolução RDC no 210/03, que revogou os anexos A, B, I e L da Portaria no 500/97. O Anexo A tratava exclusivamente das BPF das SPGV. No entanto, hoje as BPF das SPGV encontram-se reunidas com as dos demais medicamentos, afirmam Castro, Tânia e Silva, que detalham que os cuidados que envolvem a fabricação das SPGV começam fora da área produtiva, mais precisamente na qualificação dos fornecedores das matérias-primas, que vão desde os ativos, como: cloreto de sódio, glicose, manitol, cloreto de cálcio, cloreto de potássio, lactato de sódio, entre outros, até os materiais plásticos utilizados para a produção das embalagens. Ao contrário dos demais medicamentos - ressaltam - que necessitam da realização de ensaio de identificação em cada recipiente de substância ativa, isto não ocorre para as SPGV. Para estes produtos é aceitável que o teste de identificação das substâncias ativas seja realizado com base em um modelo estatístico, desde que o fornecedor seja qualificado.
Sobre a amostragem das matérias-primas, afirmam que deve ser feita em sala de amostragem apropriada e por pessoal treinado, e, em geral, as empresas utilizam métodos farmacopéicos, ou métodos descritos na Portaria no 500/97, para a análise das matérias-primas utilizadas na produção de SPGV. Estes métodos não necessitam de validação. No entanto – advertem - os métodos não-farmacopéicos necessitam de validação conforme a Resolução RE no 899/03.
Após aprovação das matérias-primas pelo Controle de Qualidade – continuam - deve-se mudar o “status” de quarentena para aprovado. No entanto, esta mudança somente pode ser feita pelo Controle de Qualidade.
As matérias-primas já aprovadas são encaminhadas para a área de armazenamento e de lá seguem para a área de pesagem conforme a “Ordem de Produção”. “O encaminhamento das matérias-primas também deve seguir uma ordem lógica, ou seja, deve-se seguir o modelo PEPS (primeiro que expira, primeiro que sai)”, explicam.

Mais: http://www.nteditorial.com.br/revista/Materias/index.asp?RevistaID1=2&Edicao=75&id=882

11

de
novembro

Tudo conforme na construção civil.

Programas setoriais e normas garantem conformidade de produtos


Fabricantes adotam procedimentos para avaliação dos materiais utilizados na construção civil

Autor: Marcelo Nicolósi
Os fornecedores da indústria da construção civil têm acesso a uma série de ferramentas que permitem garantir a qualidade de seus produtos. Um dos exemplos é o canal de apoio oferecido pela ABNT. Profissionais de empresas fabricantes e profissionais usuários têm criado comissões de estudo na entidade para revisão de normas vigentes e criação de normas de novos produtos, com o objetivo de garantir que os produtos colocados à disposição dos consumidores tenham um desempenho adequado.
De acordo com Regina Zimmermann, superintendente industrial da Amanco – região Sul, os usuários estão cada vez mais exigentes e demonstram suas necessidades em suas posições e votos nas comissões de estudo. Paralelamente à parte de normalização – diz Regina - existe o Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade do Habitat (PBQP-H), do Ministério das Cidades, que controla os produtos de mercado através de ensaios preconizados nas normas vigentes e, trimestralmente, emite relatórios listando os fabricantes conformes e não-conformes.
De acordo com Edson Ichiro Sasazaki, diretor de marketing da Sasazaki, hoje, esquadrias devem atender aos requisitos da norma ABNT de cada região em que forem utilizadas, com atenção para os padrões mínimos de produção, resistência, segurança e qualidade: "as determinações da norma referem-se à matéria-prima, espessura das paredes, mecanismo de funcionamento, resistência mecânica e contravento e água, entre outros requisitos".
Ricardo Chiurco, diretor comercial da Esteves, afirma que, com o ingresso do setor de metais sanitários no PBQP-H, e a criação do Programa de Garantia da Qualidade de Metais Sanitários e Aparelhos Economizadores de Água, a normalização do setor vem melhorando a passos largos e, com isso, os consumidores têm acesso a produtos com qualidade e desempenho adequados.
Segundo ele, também cabe destacar a atuação da Asfamas (Associação Brasileira dos Fabricantes de Materiais e Equipamentos para Saneamento, Edificações, Energia e Irrigação), do Siamfesp (Sindicato da Indústria de Artefatos de Metais Não Ferrosos do Estado de São Paulo) e da Tesis (Tecnologia de Sistemas em Engenharia).
Francisco de Assis Mezzalira, gerente de produtos da Holcim, afirma que a empresa garante a qualidade de seus produtos por meio de testes, além de seguir rigorosamente as normas brasileiras. Além disso, acrescenta que a Associação Brasileira do Cimento Portland concede o selo de qualidade ABCP às empresas após análise criteriosa dos produtos, realizada periodicamente.

Mais: http://www.nteditorial.com.br/revista/Materias/index.asp?RevistaID1=7&Edicao=61&id=921

15

de
outubro

Materiais e impacto ambiental

A discussão sobre a avaliação do impacto ambiental de materiais começa a esquentar. O assunto está longe de ser descrito na forma de normas para o mercado, mas é evidente a crescente preocupação de engenheiros e arquitetos em especificar e utilizar produtos corretamente.
Antes de tudo, para a obra ser considerada limpa, é preciso refletir sobre a sua racionalização, incluindo detalhamento de projeto e modulação e os cuidados com o grau de impacto do tipo de cada material a ser utilizado. É o que afirma a arquiteta Roberta Consentino Kronka Mülfarth, professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP. Segundo ela, para que determinado material seja avaliado quanto ao seu impacto ambiental, não deve ser considerado somente o aspecto ambiental, nem apenas o econômico ou o social: “é preciso ponderar sobre todos eles”. Um fator importante ressaltado por ela é a distância que o material percorre de sua origem até a obra. “Por exemplo: uma grande obra que aproveita e prestigia a mão-de-obra local de uma olaria está agindo de forma mais proveitosa do que se trouxesse madeira de muito longe, mesmo certificada, pois o gasto de combustível e a emissão de poluentes para seu transporte seriam absurdos”, diz.
Para Roberta, outro aspecto importante a ser avaliado é a durabilidade do material. Ela conta que quando se iniciou o debate sobre o impacto de materiais, deu-se destaque para a madeira certificada. “É realmente um material de baixo impacto, pois sua produção é rápida (crescimento da árvore), para ser convertida em material exige relativamente pouca energia, e enquanto a árvore está crescendo, absorve CO2; porém, a madeira não tem grande durabilidade, dependendo das condições em que for empregada”, diz.
Roberta continua sua argumentação, referindo-se agora ao aço: “da mesma forma, ele foi tratado como de alto impacto. Quanto de consumo energético não é exigido do minério de ferro até a viga metálica? Mas a viga tem uma grande durabilidade, excelente flexibilidade e é possível reutilizar esse material”.

Mais: http://www.nteditorial.com.br/revista/Materias/index.asp?RevistaID1=7&Edicao=60&id=866

15

de
outubro

Há muito mais entre o ar condicionado e o ambiente

Não existem receitas prontas na hora de se avaliar como proporcionar climatização com conforto, qualidade do ar interior e eficiência energética em qualquer ambiente. O primeiro passo nesse sentido, na opinião do engenheiro Francisco Dantas, diretor da Interplan - Planejamento Térmico Integrado, é considerar a eficiência energética da edificação à luz da engenharia e da arquitetura. Deve ser avaliado, por exemplo, em que grau podem ser aplicados recursos técnicos para proporcionar conforto térmico e qualidade do ar através do aproveitamento da ventilação natural e de tecnologias passivas de conforto. “Antes de tudo, deve ser considerada a eficiência do projeto de arquitetura com iniciativas como: qual a melhor orientação do edifício, o emprego correto de vidros, controle de raios infravermelhos, dimensionamento correto de aberturas, proteções, sombreamento, telhados, coberturas isoladas, a eficiência do que está sendo usado para iluminar, racionalizar os processos de tratamento de ar, etc”, diz.

Avaliadas todas essas condições e uma vez que esses recursos precisam ser integrados à sistemas de climatização mecânica para se alcançar o nível de conforto e qualidade de ar desejado, estudos de engenharia permitem avaliar qual a melhor opção para um determinado projeto, considerando também a eficiência energética. Isso inclui a reflexão sobre o emprego da expansão indireta com água gelada e estratégias de engenharia e tecnologia, ou o emprego da expansão direta. E esse estudo também não comporta receitas prontas.

Para Dantas, não é possível fazer uma simples comparação, por exemplo, entre o desempenho de uma Central de Água Gelada e o desempenho de um VRV (Volume de Refrigerante Variável ou Variable Refrigerant Flow) ou com outro sistema de expansão direta, “estes baseados em funcionamento para tonelada nominal de refrigeração de operação em uma situação nominal, uma condição de padronização de operação para que seja possível, em fábrica, obter informações sobre a capacidade de eficiência de uma instalação a partir de dados padronizados em laboratório”. O engenheiro afirma que, a partir dessas informações padronizadas, é hábito equivocado no mercado comparar eficiência nominal dentro de parâmetros muito diferentes e instalações também diferentes.

Mais: http://www.nteditorial.com.br/revista/Materias/index.asp?RevistaID1=7&Edicao=60&id=861

 

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